7.09.2010


Brrr.

O meu maior defeito é a indecisão. E isso, foda-se, lixa-me tanto, mas tanto. Porém, tem o seu efeito impermeável. Ninguém gosta de andar à chuva... ou gosta?
Se calhar andar à chuva, às vezes, é bom.

6.06.2010

Roer ou não roer... eis a questão.

I: rói!
C: roou o quê?
I: as unhas pá.
C: ahhhh! não posso! estou a deixa-las crescer!
I: eu já fiz isso, e depois pensei:
foda-se, estas unhas não encaixam nas minhas mãos.

então roi-as. e foi o momento mais feliz da minha vida por ter tanta unha pra roer.

5.16.2010

Cada dia me desiludo mais... Às vezes considero se faz sentido, ainda. Sinto que estou mais velha, e estou de facto, na exacta fase onde o futuro parece tão perto, e ainda tão longe, ao passo que o passado me assombra de um modo tão presente.
Reconsidero. É ridículo? Ou tratam-se de inúmeras lacunas em réplica que me levam ao veredicto final de que nada mais sou senão um acidente?
Não deveria aqui estar, talvez. Tive a sorte (ou o infortúnio) de ter sido a segunda, e não a terceira ou a quarta. Este único aterro pesa-me de um modo indescritível, à parte de outros. Amedronta.
Irónica, solto um gracejo suave. Irónica é a minha vida, esta minha existência.

5.06.2010

I will never bother you
I will never promise to
I will never follow you
I will never bother you


Never speak a word again
I will crawl away for good

I will move away from here
You wont be afraid of fear
No thought was put in to this
I always knew it would come to this

Things have never been so
swell
I have never failed to feel

Pain.

4.28.2010

mifnE

Tenho sentido um desejo imenso de escrever. Como um amigo me disse uma vez, "quanto mais fundo, mais poético". Poesia nunca foi comigo, sempre considerei tal evidente. Usando-me da linguagem, quiçá, RAPsiana: Escapa-se-me o jeitinho, pá! Sacana.
E ainda assim fiz agora uma rima, e sem reparar, tschi! Espetaculare. (duas rimas, upa upa!)
Onde ia eu? Ah sim, a minha súbita vontade de pôr a escrita em dia.
As coisas não andam bem. Deve ser um daqueles momentos "ateenagerados" da vida. "Ai o meu namorado acabou comigo! Ai o papá não me deixa ir ao RiR! Ai não posso ir ao Loft no f-d-s, a mamã pôs-me de castigo porque tirei nega a Filosofia! E eu que nem gosto daquilo, raios partam mais ao Kent e ao Stuart Miller!"
Adorava (ai, eu adorava!) que os problemas que encontrasse à frente, essas pedras, pedregulhos que me cruzassem o caminho, fossem tão fáceis de enxotar. Fazia mesmo à Mick Jagger e punha as tipas a rolar. (Só pra dizer que já vai na terceira rima. Tenho de reconsiderar a minha queda pra poesia!)
Mas eu tento (TENTO!) fazer como o Fernando, apanha-las todas e fazer um castelinho! Oh que maravilha. Falta-me o cimento. E castelos estão fora de moda, oh Fernando! Ai... um dia faço-te uma visita à Brasileira, sento-me ao teu colo de pedra e ficamos a conversar os dois, enquanto um saxofonista toca pra ganhar o pão do dia.
Esta entrada já não está com nada. Não sei ser objectiva, eu sei... Também não disse que queria. Isso é lá pros Realistas. Gosto de Antero, esse sim foi um mestre. Ou é. Porque dizem que os Grandes são imortais. E eu corroboro.
Et voilá. Vou masé resumir-me à minha insignificância que já se faz tarde e a Cecília chama-me pra jantar.

A todos, uma boa noite.

4.24.2010

Eu sou daquele tipo de pessoas que se esquece que tem um blog, e quando se lembra que de facto tem um, vem aqui e não tem nada pra dizer.
Como agora!
Por isso, como diz o outro: brák iú fockerzzz!

* PEACE OUT *

3.27.2010

INFATUATION.
gotta be the lamest word ever