8.27.2010
8.25.2010
John Steinbeck once wrote,
“It seems to me that if you or I must choose between two courses of thought or action, we should remember our dying and try so to live for our death brings no pleasure on the world."
7.24.2010
Gets Worse Everytime
Hoje assim foi, como todas as vezes. Sempre que é tocado no assunto X, há algo novo que me derruba. Faz-me sentir ódio, nojo e vergonha. Mas desta vez, foi pior.
Já não sei o que pense, quem defenda, quem despreze. Quem idolatre, e a quem aspire distância. Talvez ninguém, talvez tenha de aprender a não colocar em ninguém uma etiqueta. Cada um é o que é, e eu sou eu, totalmente livre de qualquer um, do que são e do que foram, do que são e/ou foram capazes de, e sobretudo, sou livre dos seus erros.
Mentira! Ah... sou livre dos seus erros! Como? Se eu própria não passo do fruto do erro.
- Tomara ela nunca o ter conhecido! Só trouxe infelicidade e mal para esta família.
Como pesam estas palavras... e ninguém nota como nem quanto.
Já não sei o que pense, quem defenda, quem despreze. Quem idolatre, e a quem aspire distância. Talvez ninguém, talvez tenha de aprender a não colocar em ninguém uma etiqueta. Cada um é o que é, e eu sou eu, totalmente livre de qualquer um, do que são e do que foram, do que são e/ou foram capazes de, e sobretudo, sou livre dos seus erros.
Mentira! Ah... sou livre dos seus erros! Como? Se eu própria não passo do fruto do erro.
- Tomara ela nunca o ter conhecido! Só trouxe infelicidade e mal para esta família.
Como pesam estas palavras... e ninguém nota como nem quanto.
7.09.2010
6.06.2010
Roer ou não roer... eis a questão.
I: rói!
C: roou o quê?
I: as unhas pá.
C: ahhhh! não posso! estou a deixa-las crescer!
I: eu já fiz isso, e depois pensei:
foda-se, estas unhas não encaixam nas minhas mãos.
então roi-as. e foi o momento mais feliz da minha vida por ter tanta unha pra roer.
5.16.2010
Cada dia me desiludo mais... Às vezes considero se faz sentido, ainda. Sinto que estou mais velha, e estou de facto, na exacta fase onde o futuro parece tão perto, e ainda tão longe, ao passo que o passado me assombra de um modo tão presente.
Reconsidero. É ridículo? Ou tratam-se de inúmeras lacunas em réplica que me levam ao veredicto final de que nada mais sou senão um acidente?
Não deveria aqui estar, talvez. Tive a sorte (ou o infortúnio) de ter sido a segunda, e não a terceira ou a quarta. Este único aterro pesa-me de um modo indescritível, à parte de outros. Amedronta.
Irónica, solto um gracejo suave. Irónica é a minha vida, esta minha existência.
Reconsidero. É ridículo? Ou tratam-se de inúmeras lacunas em réplica que me levam ao veredicto final de que nada mais sou senão um acidente?
Não deveria aqui estar, talvez. Tive a sorte (ou o infortúnio) de ter sido a segunda, e não a terceira ou a quarta. Este único aterro pesa-me de um modo indescritível, à parte de outros. Amedronta.
Irónica, solto um gracejo suave. Irónica é a minha vida, esta minha existência.
5.06.2010
I will never bother you
I will never promise to
I will never follow you
I will never bother you
Never speak a word again
I will crawl away for good
I will move away from here
You wont be afraid of fear
No thought was put in to this
I always knew it would come to this
Things have never been so swell
I have never failed to feel
Pain.
I will never follow you
I will never bother you
Never speak a word again
I will crawl away for good
I will move away from here
You wont be afraid of fear
No thought was put in to this
I always knew it would come to this
Things have never been so swell
I have never failed to feel
Pain.
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